Associação de Turismo Ecológico

Somos uma associação sem fins lucrativos voltada para o turismo ecológico, cujo objetivo é divulgar passeios, promoções e eventos relacionados com a natureza e sua preservação. A ecologia uma área específica do conhecimento humano que trata do estudo das relações dos organismos uns com os outros e com todos os demais fatores naturais e sociais que compreendem seu ambiente. O associado deve proceder de acordo com nossos objetivos, sendo o principal deles o cuidado com o meio ambiente. Parte daí uma disciplina adequada quando em contato com áreas de preservação ambientais, tanto da fauna como da flora existente na região.


O turismo é a principal indústria do mundo e o setor de atividade que apresenta o mais rápido crescimento. Seu impacto ecológico é considerável, sobretudo nos ecossistemas ainda intocados. O desenvolvimento de um turismo voltado para o consumo cada vez mais acelerado e “rentável” de viagens, em que cada um pensa ter o direito de conhecer inclusive os recantos mais remotos do mundo, é uma das ameaças à renovação dos recursos naturais, tais como a água doce, as florestas e os recifes de corais. Além disso, costuma pôr em risco a sobrevivência de inúmeras espécies vivas, frequentemente expostas à curiosidade dos turistas, que pensam estar num zoológico a céu aberto. Nesse contexto, como o ecoturismo poderia questionar o conjunto de práticas em contradição com o respeito ao meio ambiente?


Associações de proteção da natureza como a WWF definiram um código de boa conduta, em colaboração com outros agentes locais, por um turismo responsável. O texto visa limitar o impacto nefasto do turismo na biodiversidade. Para isso, defende a proibição do tráfico de animais selvagens, prega o respeito à fauna, recomenda a utilização de energias limpas como a solar, estimula a redução do uso de embalagens e denuncia a poluição acústica em certas áreas de reservas naturais. A participação das populações locais é a garantia essencial do sucesso desse tipo de programa. Em Uganda, por exemplo, depois da criação do Parque Nacional de Bwindi, 3.600 turistas foram ver os gorilas. A WWF e as administrações dos parques nacionais redistribuem 12% do pagamento das taxas de entrada aos habitantes locais, que podem assim usufruir dos resultados dessa atividade, protegendo ao mesmo tempo seu meio ambiente. Em muitos países a valorização dos parques naturais poderia se tornar um novo trunfo econômico, desde que a natureza seja bem tratada e que viagem não rime com pilhagem!


Para entrar em contato conosco, envie um e-mail para: turismoecologico@ig.com.br


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